Oia a criatura fazendo bicão...

quinta-feira, abril 29, 2010

A Verdadeira Historia do Rock

Era uma vez... Um menino tristonho, franzino, com uma enorme boca, chamado Michael, ele vivia numa terra muito distante onde tudo era triste, caotico e cinzento, onde todos viviam num triste silencio, sem nada para os animar.
Num dia nublado , Michael decidiu ir caminhar no bosque das Flores Murchas, procurando algo para fazer.
Havia uma antiga lenda de que no bosque, em um tempo distante, houvera alegria e cores, vindas de antigas musicas dançantes de fadas e duendes, mas ninguém acreditava em tal lenda, julgando-a absurda.
Michael, ainda jovem e inocente, era o unico que acreditava que essa historia poderia ser real, então decidiu adentrar as partes mais distantes e desconhecidas do bosque.
Ao caminhar pela mata densa e escura, ele vigiava tudo ao redor, e ao desviar os olhos, ele acabou tropeçando em uma raiz de arvore a qual não enchergara.
Ao cair, ele olhou a sua frente e se deparou com uma estranha flor, que era completamente diferente das outras, ao invez de murcha e cinzenta, ela era colorida, brilhante e cheia de vida!
Michael ficou então curioso, pegou a flor, e decidiu cheira-la.
Mas ao fazer isso, um pó se desprendeu da flor, então começou a levantar-se uma nuvem dela, que era na verdade purpurina mágica, que envolveu Michael se prendendo a ele.
Em meio a nuvem, o garoto começou a ver varias cores, sentir varias sensações, e derrepende começou a escutar estranhos sons, esses eram as canções antigas de que falavam.
Essas canções foram feitas por seres magicos do bosque, e se chamavam Rhythm and Blues.
Quando a nuvem de purpurina baixou, Michael estava completamente coberto por ela, e impregnado das cores do pó magico, e completamente contagiado pelas canções ancestrais, ele se levantou em meio aquela purpurina como um novo ser.
O garoto magro e estranho, se tornou um ser mistico de beleza, graça e exuberancia inigualavel, ele então criou asas e aprendeu a voar, se transformando em um "Borboleto".
Ele então criou poderes magicos, quando as cores da purpurina se misturaram com o som do Blues, ele ganhou uma voz melodiosa e bela, que não se comparava a nada, e então começou a cantar em um ritimo diferente, um blues colorido que ganhou o nome de Rock n' Roll.

Michael havia se transformado então, no grande elfo Borboleto do Rock, e se chamava agora Mick Jagger, um ser poderoso o qual as varias cores aviam se impregnado em sua aparencia e seu espirito, o tornando belo e colorido.
Logo que Mick Jagger despertou em meio ao bosque, surgiram outras criaturas, nascidos da terra e das rochas, um deles, um hermitão chamado Keith Richards carregava um instrumento com 6 cordas em um braço alongado, que fazia um som poderoso e cheio de vida, o outro, um elfo chamado Brian Jones, levava além das 6 cordas, uma grande inteligencia para tocar varios outros instrumentos exoticos e diferentes, o 3°, um duende chamado Bill Wylman, possuia um instrumento com um braço mais longo e apenas 4 cordas em si, que fazia um som profundo e penetrante, o ultimo, o gnomo elétrico Charlie Watts, levava um bumbo, tambores e batuques que tavam uma batida contagiante e animada.
Os 4 se juntaram ao recem-chegado Mick, e formaram um grupo, que pelas origens dos seres, ganhou o nome de Pedras Rolantes.
E eles eram seres misticos que andavam e voavam por todo o bosque, tocando seus instrumentos, e Mick cantava canções com sua maravilhosa voz, e dançava alegre e graciosamente, de forma que por todo lugar que passavam com sua musica e suas danças, tudo ficava colorido, alegre e pacifico.

E todos aqueles que passavam pelo bosque agora chamado de Bosque do Rock, se tornavam seres cheios de cores misturadas, pacificos, cheios de amor e felicidade, chamados Hippies, e seguiam Mick Jagger e os Pedras Rolantes por todo o bosque encantado do Rock, espalhando purpurina e alegrando tudo pelo caminho junto aos seres misticos.

quarta-feira, abril 28, 2010

Transição de Mundos

Os sonhos confusos em minha mente
Parecem mais viaveis que a realidade
Quando se dissipam em vapor
Só sobra o vazio
Quando acordo, não sei onde estou
Não me lembro do que aconteceu
A realidade é abstrata e confusa
Deixe-me em meu proprio mundo
Lá eu entendo o que acontece
E cada porque
Não lembro meu nome, nem que dia é hoje
Só vejo um clarão, onde estou?
Demora alguns minutos para voltar a sí
E outro dia tentando se acostumar com a realidade fixa
Na transição diaria de mundos

Paradoxo Octagonal

As cachorras que se espelham na sombra
E as girafas que balançam suavemente na escuridão
Como o prato afetado
O embrião do ferro acidentado
Lançado nessa paixão
O silencio de suas meias
Queimando em brasa minha habilitação
Oh, bela Matilda!
No cordão umbilical da madrugada, pergunto
Onde comeram minhas velas?
As tripas responderam em vão,
disse
Que assim seja tal acensão
Das pastilhas que corromperam meu amado
O cogumelo doce disse ao pato
Eis que afogado, só que mais Brian Jones!
O loiro esfaqueou-se na montanha
E por lá não morreu
As pedras que conduzem as veias
Nas tigelas estão
Pegue a vassoura e mofe como se não houvesse amanhã!

quinta-feira, abril 22, 2010

Melodia do Vento

Nessa rua faz silêncio
Ouço os sinos do vento
No 2° andar do predio
Do outro lado da rua
Ouço os passos lentos
De quem vem caminhando
Ouço a voz baixa dos passantes
E as folhas arrastando ao chão
Ouço o vento sussurrante
Pois quando a rua está em silêncio
O vento toca pra mim
Sua melodia