Oia a criatura fazendo bicão...

domingo, novembro 22, 2009

Aos Calados

Aos que quiserem me calar
Que me ouçam dizer
Me chamaram de louca
Por dizer o que não queriam ouvir
Não é assim que funciona?
"Diga o que pensa
E sera apedrejada"

Nunca fui muito sensata
Muito menos tive juizo
Mas diga a verdade
Não importando o prejuizo

Ninguém quer ver
Que precisamos nos entender
Nesse mundo, gente se mata
Por não concordar com a ideia
De um outro ser

Não me digo revolucionaria
Isso eu não sou
Me julgaram, por pensasamentos diferentes
Mas isso todos tem

Meus gostos e opniões
Alguém semprew quer disfarçar
Eu te respeitei, como pediram os sabios
Agora é minha hora de falar

Isso já aconteceu com você
Eu sei que já
O mundo seria bem melhor
Se aprendecemos
A nos entender
A nos amar

Oh Joey

Sorria, meu querido
Para eu tentar não me preocupar
É o que você quer?
Então tente me ajudar

Se tem um show esta noite
Tente descançar
Baby, está tão fraco
Mas adoro ouvir você cantar

Uma melodia
Do Punk Rock que eu tanto adoro
Cante pra mim, baby
E não irei mais me preocupar

Com seu jeans rasgado
E uma jaqueta de couro
Simples e tão adoravel
Como suas musicas
Fico tão feliz quando as ouço

Então, sorria
Me dê a mão, quer dançar?
Cante pra mim, baby
E de você irei cuidar

Você está tão bem
Se não dissesse, não iria notar
A fraqueza que esconde
Por tras do olhar
Vá e inspire as pessoas
Com o rock que tanto gosta de cantar

É coisa que acontece, meu querido
Cante pros males espantar
Pessoas adoecem
Mas você está de pé
De pé, alegre
De pé, a lutar

Mas parece tão bem
Então venha comigo p'ra dançar
Volte pro palco, vá cantar
Não me preocuparei, querido
Meu punk rocker
Oh Joey, meu querido

sexta-feira, novembro 20, 2009

Fortuna e Vergonha

Me congele no tempo
E não me deixe ver
A tortura que meu amor
Empurra ao meu ser
Ao ver tudo que meu amado conseguiu
Ser jogado no lixo por ele mesmo
Ao se tornar um prostituto,
Com fortuna e vergonha
Mais um apenas
Que se repete na historia
Quando culpou aos inocentes
Quando sem querer
Repartiu comigo dessa vergonha
E sentindo isso
Vi o que queriam dizer
Mas por que ser
Mais um prostituto?
É por que os outros vão sentir a vergonha
Vão sentir isso por você
E você não vera
E tortura meu coração
Pra sentir o sabor traiçoeiro
De um sentimento alimentado
Apenas por dor e prazer
E divide isso comigo
Mesmo sem saber
Joga em mim o se charme
A falsa imagem de seu coração
Que sem saber, é traiçoeiro, traidor
E com isso
Torturará todo coração,
Quue como o meu, lhe jurou algo
Todo platonismo doentio de terceiros
Que alimenta sua fama
E torturará
Pra viver com o que chama de vitoria
A falsa gloria
Que um dia fora verdade
Que já não existe mais

Blues do Nomade

Se eu pudesse dizer o que sinto,
Numa linda canção
Um Bules bem feito
Lhe partiria o coração?

Se eu pudesse ir pra bem longe
Sozinha com meu violão
Não seria bem melhor
Ou bem pior
Se eu não voltasse mais?
Nunca mais?

Se eu soubesse
Soubesse dizer
O que um blues pode fazer
Talvez entenderia
Ou confundiria
Seu senso tão infiel

Ou aprenderia
E enxergaria
Que sou uma nomade
Como as nuvens do céu.

quinta-feira, novembro 19, 2009

Poema: Olhos Azuis

Ele tem lindos olhos azuis
Azuis como o céu
Profundos como o mar
Lindos olhos a me olhar

Ele tem lindos cabelos loiros
Longos e ondulados
Loiros como fios de ouro
Desarrumados e esvoaçantes pelo ar

Ele sai com sua banda
Fazendo festa, se embriaga
E usa drogas pesadas

Numa mesa de pó branco
Toda a beleza e juventude disperdiçada
Injeta uma dose de heroina
E não pensa em mais nada

Seus olhos se tornam embaçados
Olhos de um viciado
De um jovem de olhos azuis e cabelos dourados
Que me olha com um sorriso engraçado

Mas são lindos elsses olhos
Olhos azuis embaçados
Embaçados de heroina
Olhos azuis de um drogado.

Poema: Doce Perdição

E o belo mulato que toca e dança
Com os longos cachos soltos ao vento
Com um olhar tão penetrante
Que dá foco ao meu desejo

Com seus labios grossos
Que me desviam a atenção
Com seu corpo em plena forma
E os braços fortes e belos
Que tocam a guitarra, no blues de uma linda canção

Seu corpo que me chama
Para uma doce sedução
E sua musica que me encanta
Me leva ao delirio
Minha doce perdição

Tão belo talento
Tão belo corpo
Tão bela combinação
Meu desejo mais profundo
Em uma doce canção

Seus braços fortes, me chamando pra dançar
No palco, com sua doce guitarra
Melodia a me acompanhar

Poema: "Me Diga"

Me diga como foi
O dia em que estava lá
Me descreva o sorriso dele
Pois não pude ver, não pude estar

Me descreva o cheiro dele
Antes de eu ir dormir
Quero sonhar com ele
O que ele disse, antes de partir

Me conte tudo
O semblante, o olhar
Me diga o que lembra
Já me basta para imaginar
Pois lá não pude estar

Me diga, me conte, me descreva
Quero nele poder pensar
Queria sentir o gosto
De estar ao lado dele
Mas lá não pude estar

Não pude ver, não pude estar
Me descreva como ele estava
Pois quero imaginar